Programa de computador que gera a declaração do ITR será disponibilizado no site da Receita Federal a partir desta segunda, dia 22O prazo para a entrega da declaração do Imposto Territorial Rural (ITR) começa na próxima segunda, dia 22 e vai até o dia 30 de setembro. Instrução normativa publicada nesta quinta, dia 18, no Diário Oficial da União aprova o programa de computador que será utilizado para preenchimento da declaração no exercício de 2011.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Prazo de entrega do Imposto Territorial Rural vai até fim de setembro.
domingo, 21 de agosto de 2011
STTR de Cerro Corá participa da Marcha das Margaridas 2011
Aconteceu nesta quarta-feira (17/08), em Brasília/DF, a 4ª Marcha das Margaridas, reunindo cerca de 100 mil trabalhadoras do campo e das florestas. O nome da marcha, que também aconteceu em 2000, 2003 e 2007, é inspirado na sindicalista rural Margarida Maria Alves, assassinada em 1983 em Alagoa Grande, na Paraíba.
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| Margaridas em caminhada pelas ruas de Brasília-DF. |
A marcha, que possui caráter formativo, de denúncia e pressão, mas também de proposição, diálogo e negociação política com o Estado, tornou-se amplamente reconhecida como a maior e mais efetiva ação das mulheres no Brasil. Teve como lema "Desenvolvimento Sustentável com Justiça, Autonomia, Igualdade e Liberdade".
Margaridas em frente ao Congresso Nacional em Brasília-DF
Participaram do evento 27 Federações e mais de 4.000 sindicatos, dentre estes, o STTR de Cerro Corá fez-se presente com a participação da Sra. Ana Maria da Silva (Presidente do STTR), a Sra. Raimunda Maria de Medeiros (Coordenadora da Comissão de Mulheres trabalhadoras rurais) e a Sra. Eugênia Macedo (sócia do STTR).
| Representantes do STTR de Cerro Corá e o Presidente de CONTAG, o Sr. Alberto Broch . |
Elas chegaram terça-feira (16/08) em Brasília, juntamente com os demais 13 ônibus com a Delegação do RN, e participaram de oficinas e atividades culturais no Parque da Cidade (Cidade das Margaridas). No dia seguinte, marcharam da Cidade das Margaridas até em frente ao Congresso Nacional, deixando as ruas de Brasília tomadas por milhares de trabalhadoras rurais. As margaridas marcharam pela Esplanada dos Ministérios e pararam a capital do país.
| Ana Maria, Raimunda e Eugênia na Cidade das Margaridas |
A presidenta entregou o caderno de respostas às reivindicações feitas, afirmando que o Governo Federal ainda não acatou todas as exigências, mas se comprometeu em continuar deliberar as reivindicações.
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| Representantes do STR de Cerro Corá durante a Marcha das Margaridas |
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
"NUNCA ESTAREMOS SATISFEITAS COM AS RESPOSTAS", DIZ CAREM FORO
18/08/2011
Em resposta à pauta de reivindicações da Marcha das Margaridas, a presidenta Dilma Rousseff anunciou medidas sobre saúde e fomento a inclusão produtiva das trabalhadoras rurais
Durante ato de encerramento da 4 Marcha das Margaridas, que aconteceu no Parque da Cidade, em Brasília, a presidenta Dilma Rousseff anunciou a construção de 16 unidades básicas de saúde fluviais para atender a região amazônica, e a construção de 10 Centros de Referência de Saúde do Trabalhador (Cerests), em todo Brasil, além de medidas de fomento à inclusão produtiva das mulheres. Na avaliação inicial da secretária de Mulheres da Contag, Carmen Foro, o atendimento à pauta foi a contento.
Segundo a secretária explicou, desde 2000, quando da realização da primeira Marcha, as mulheres foram conquistando ao longo do tempo políticas públicas específicas para as mulheres. “O que vemos agora é a implementação dessas políticas conquistadas”, considerou a dirigente.
Indagada se estava satisfeita com as respostas anunciadas, a secretária da Contag disse que as mulheres nunca estarão satisfeitas, “sempre vamos querer mais, pois é próprio da natureza da mulher batalhadora querer melhorar sua condição de vida”, disse a dirigente feminista.
Durante discurso de encerramento, o presidente da Contag, Alberto Broch, lembrou de todas as mulheres que não puderam participar da Marcha, mas que estavam em seus estados aguardando as conquistas dessa mobilização, que segundo ele, “ficou marcada na história como a maior mobilização de mulheres organizadas, do Brasil, da América Latina e quem sabe do mundo”, considerou.
Broch ainda disse que muitas das políticas que ainda estão florescendo no campo brasileiro são frutos das Marchas passadas que deixaram um legado de luta por igualdade e justiça no campo. “São mulheres guerreiras que de forma autônoma cobram do governo melhores condições de vida e de renda”, afirma. O presidente cobrou da presidenta Dilma Rousseff a inserção dos trabalhadores e trabalhadoras rurais em seu programa de governo que busca erradicar a miséria. “Queremos participar desse resgate de milhares de famílias que estão na miséria no campo brasileiro”, reivindicou.
A ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Iriny Lopes, fez um discurso incisivo em que lembrou a importância da eleição da primeira mulher presidenta do Brasil. “Todas vocês sabem da importância desse feito, e mais do que isso, sabem o que isso significa, e por isso estão aqui cobrando a igualdade entre homens e mulheres. A ministra ainda continuou: “Uma mulher na presidência da república está fazendo tudo aquilo que muitos acharam que uma mulher não era capaz de fazer, e essa vitória também é de cada uma de vocês”, complementou.
Ao dizer que Brasília é a capital de todos os Brasileiros, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, se referiu à presidenta Dilma Rousseff como mais uma das 'Margaridas' que faz história no Brasil. Para o governador, todas as bandeiras de luta das trabalhadoras rurais foram fortalecidas com a mobilização. Segundo ele, a Marcha chamou a atenção do Brasil e do mundo, “e o mais importante é que a pauta de reivindicações não se limitou as bandeiras exclusivas da mulher, mas de uma sociedade justa e igualitária com oportunidade para todos”, afirmou.
Ao entregar o caderno de respostas às reivindicações da Marcha das Margaridas, a presidenta Dilma Rousseff disse que a Marcha a emociona não apenas enquanto presidenta da república, mas como mulher e cidadã. Um dos anúncios feitos pela presidenta é a continuidade do diálogo para o atendimento aos itens que não puderam ser atendidos no momento. “Garanto a vocês a continuidade de reuniões e o diálogo de negociação iniciado com o presidente Lula”, afirmou a Rousseff.
Ainda na área da saúde, a presidenta disse que vai implementar programas como o 'Rede Cegonha', que ampara mulheres gestantes no intuito de reduzir a mortalidade materna do campo e da floresta, e também vai fomentar a campanha nacional de câncer de colo de útero e de mama. Anunciou ainda o estudo para a construção de um mapa da saúde do campo e um plano integrado de saúde às populações expostas aos agrotóxicos.
A Contag e a coordenação nacional de trabalhadoras rurais, junto com a rede de parceiras da Marcha das Margaridas vão analisar todo o conteúdo do caderno de respostas à pauta de reivindicações, e vai continuar o diálogo com o governo para conquistar os pontos que não avançaram até o momento.
Fonte: Agência Contag de Notícias - Suzana CamposDurante ato de encerramento da 4 Marcha das Margaridas, que aconteceu no Parque da Cidade, em Brasília, a presidenta Dilma Rousseff anunciou a construção de 16 unidades básicas de saúde fluviais para atender a região amazônica, e a construção de 10 Centros de Referência de Saúde do Trabalhador (Cerests), em todo Brasil, além de medidas de fomento à inclusão produtiva das mulheres. Na avaliação inicial da secretária de Mulheres da Contag, Carmen Foro, o atendimento à pauta foi a contento.
Segundo a secretária explicou, desde 2000, quando da realização da primeira Marcha, as mulheres foram conquistando ao longo do tempo políticas públicas específicas para as mulheres. “O que vemos agora é a implementação dessas políticas conquistadas”, considerou a dirigente.
Indagada se estava satisfeita com as respostas anunciadas, a secretária da Contag disse que as mulheres nunca estarão satisfeitas, “sempre vamos querer mais, pois é próprio da natureza da mulher batalhadora querer melhorar sua condição de vida”, disse a dirigente feminista.
Durante discurso de encerramento, o presidente da Contag, Alberto Broch, lembrou de todas as mulheres que não puderam participar da Marcha, mas que estavam em seus estados aguardando as conquistas dessa mobilização, que segundo ele, “ficou marcada na história como a maior mobilização de mulheres organizadas, do Brasil, da América Latina e quem sabe do mundo”, considerou.
Broch ainda disse que muitas das políticas que ainda estão florescendo no campo brasileiro são frutos das Marchas passadas que deixaram um legado de luta por igualdade e justiça no campo. “São mulheres guerreiras que de forma autônoma cobram do governo melhores condições de vida e de renda”, afirma. O presidente cobrou da presidenta Dilma Rousseff a inserção dos trabalhadores e trabalhadoras rurais em seu programa de governo que busca erradicar a miséria. “Queremos participar desse resgate de milhares de famílias que estão na miséria no campo brasileiro”, reivindicou.
A ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Iriny Lopes, fez um discurso incisivo em que lembrou a importância da eleição da primeira mulher presidenta do Brasil. “Todas vocês sabem da importância desse feito, e mais do que isso, sabem o que isso significa, e por isso estão aqui cobrando a igualdade entre homens e mulheres. A ministra ainda continuou: “Uma mulher na presidência da república está fazendo tudo aquilo que muitos acharam que uma mulher não era capaz de fazer, e essa vitória também é de cada uma de vocês”, complementou.
Ao dizer que Brasília é a capital de todos os Brasileiros, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, se referiu à presidenta Dilma Rousseff como mais uma das 'Margaridas' que faz história no Brasil. Para o governador, todas as bandeiras de luta das trabalhadoras rurais foram fortalecidas com a mobilização. Segundo ele, a Marcha chamou a atenção do Brasil e do mundo, “e o mais importante é que a pauta de reivindicações não se limitou as bandeiras exclusivas da mulher, mas de uma sociedade justa e igualitária com oportunidade para todos”, afirmou.
Ao entregar o caderno de respostas às reivindicações da Marcha das Margaridas, a presidenta Dilma Rousseff disse que a Marcha a emociona não apenas enquanto presidenta da república, mas como mulher e cidadã. Um dos anúncios feitos pela presidenta é a continuidade do diálogo para o atendimento aos itens que não puderam ser atendidos no momento. “Garanto a vocês a continuidade de reuniões e o diálogo de negociação iniciado com o presidente Lula”, afirmou a Rousseff.
Ainda na área da saúde, a presidenta disse que vai implementar programas como o 'Rede Cegonha', que ampara mulheres gestantes no intuito de reduzir a mortalidade materna do campo e da floresta, e também vai fomentar a campanha nacional de câncer de colo de útero e de mama. Anunciou ainda o estudo para a construção de um mapa da saúde do campo e um plano integrado de saúde às populações expostas aos agrotóxicos.
A Contag e a coordenação nacional de trabalhadoras rurais, junto com a rede de parceiras da Marcha das Margaridas vão analisar todo o conteúdo do caderno de respostas à pauta de reivindicações, e vai continuar o diálogo com o governo para conquistar os pontos que não avançaram até o momento.
‘MARGARIDA’ DILMA ROUSSEFF ENTREGA CADERNO DE RESPOSTA À CONTAG
17/08/2011
A presidenta Dilma Rousseff entregou hoje, 17, último dia da Marcha das Margaridas, o caderno de respostas às reivindicações feitas. Dilma apresentou as respostas a Carmen Foro, secretária de Mulheres da Contag. A presidenta se auto intitulou margarida e usou, durante todo seu discurso, um chapéu de palha com fitas roxas, símbolo das trabalhadoras rurais e do evento.
Dilma esbanjou simpatia e logo ganhou sorrisos, corações e mensagens das margaridas presentes. No início de seu discurso, a presidenta lembrou que recebeu o convite para 4ª Marcha das Margaridas assim que tomou posse e isso influenciou em sua ida ao evento.
Dilma também falou das reivindicações feitas. Ela afirmou que o Governo Federal ainda não acatou todas as exigências, mas se comprometeu em continuar conversando. “Muitas das demandas foram acatadas, outras demandas nós vamos continuar a conversa. A maior conquista dessa marcha das margaridas é a continuidade do diálogo com o governo. Eu me comprometo a dar continuidade a esse dialogo respeitoso e companheiro que nós temos, iniciado no governo Lula”, prometeu a presidenta.
O presidente da Contag, Alberto Broch, comemorou a realização da marcha e assegurou que este é um momento histórico na vida das mulheres do campo. Alberto se emocionou em alguns momentos e citou as mulheres como fundamentais na continuidade de vida no campo. “Desigualdade, violência e falta de poder aumentam o êxodo rural. Queremos um campo com gente, com rostos humanos, com homens e mulheres construindo o fortalecimento rural sustentável e, nesse papel, as mulheres são fundamentais”, assegurou.
Alberto ainda fez uma proposta à presidenta Dilma Rousseff para que haja uma política de fortalecimento da agricultura familiar e do acesso à terra. Isso, segundo Broch, seria indispensável em um novo modelo de desenvolvimento sustentável. “Tomo a liberdade de propor à presidenta, um grupo que venha discutir um novo modelo de reforma agrária e agricultura familiar, imprescindíveis para o crescimento da sustentabilidade na vida no campo”, finalizou Alberto.
Outra a discursar foi Carmen Foro. A secretária, mesmo sem voz, reclamou da violência contra as camponesas e valorizou a presença das mulheres. “São mulheres que passaram muito sacrifício para estarem aqui. Não é fácil para nós. Posso afirmar que estar aqui hoje já é um ato de vitória das mulheres trabalhadoras do campo e da floresta”, disse Carmen.
Além da presidenta Dilma e dos representantes da Contag, estavam na mesa o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, ministros e ministras, como Iriny Lopes, Gleisi Hoffmann e Gilberto Carvalho, e enviados de entidades parceiras da Contag.
Fonte: Agência Contag de Notícias - João Paulo BiageDilma esbanjou simpatia e logo ganhou sorrisos, corações e mensagens das margaridas presentes. No início de seu discurso, a presidenta lembrou que recebeu o convite para 4ª Marcha das Margaridas assim que tomou posse e isso influenciou em sua ida ao evento.
Dilma também falou das reivindicações feitas. Ela afirmou que o Governo Federal ainda não acatou todas as exigências, mas se comprometeu em continuar conversando. “Muitas das demandas foram acatadas, outras demandas nós vamos continuar a conversa. A maior conquista dessa marcha das margaridas é a continuidade do diálogo com o governo. Eu me comprometo a dar continuidade a esse dialogo respeitoso e companheiro que nós temos, iniciado no governo Lula”, prometeu a presidenta.
O presidente da Contag, Alberto Broch, comemorou a realização da marcha e assegurou que este é um momento histórico na vida das mulheres do campo. Alberto se emocionou em alguns momentos e citou as mulheres como fundamentais na continuidade de vida no campo. “Desigualdade, violência e falta de poder aumentam o êxodo rural. Queremos um campo com gente, com rostos humanos, com homens e mulheres construindo o fortalecimento rural sustentável e, nesse papel, as mulheres são fundamentais”, assegurou.
Alberto ainda fez uma proposta à presidenta Dilma Rousseff para que haja uma política de fortalecimento da agricultura familiar e do acesso à terra. Isso, segundo Broch, seria indispensável em um novo modelo de desenvolvimento sustentável. “Tomo a liberdade de propor à presidenta, um grupo que venha discutir um novo modelo de reforma agrária e agricultura familiar, imprescindíveis para o crescimento da sustentabilidade na vida no campo”, finalizou Alberto.
Outra a discursar foi Carmen Foro. A secretária, mesmo sem voz, reclamou da violência contra as camponesas e valorizou a presença das mulheres. “São mulheres que passaram muito sacrifício para estarem aqui. Não é fácil para nós. Posso afirmar que estar aqui hoje já é um ato de vitória das mulheres trabalhadoras do campo e da floresta”, disse Carmen.
Além da presidenta Dilma e dos representantes da Contag, estavam na mesa o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, ministros e ministras, como Iriny Lopes, Gleisi Hoffmann e Gilberto Carvalho, e enviados de entidades parceiras da Contag.
BRASÍLIA ESTÁ FLORIDA. SÃO ELAS, AS MARGARIDAS
17/08/2011
Um mar de margaridas invadiu a capital do Brasil hoje. Em uma marcha de 5 km, desde o Parque da Cidade até a Esplanada dos Ministérios milhares de mulheres trabalhadoras do campo e da cidade de todo Brasil reivindicam 'desenvolvimento sustentável com justiça, autonomia, igualdade e liberdade’. A cada quilometro caminhado, palavras de ordem animavam a Marcha que além de todas as militantes feministas também contou com a presença de mulheres parlamentares que apoiam a luta das trabalhadoras rurais.
Elas tomaram conta de todo o espaço gramado em frente ao Congresso Nacional para reivindicar melhores condições de vida para o campo e cidade. Em sua saudação o presidente da Contag, Alberto Broch deu boas vindas à todas as mulheres e organizações parceiras da Marcha das Margaridas e comparou a mobilização ao processo de redemocratização do Brasil. “Só nas diretas vimos tanta gente nas ruas de Brasília”, lembrou. Broch disse ainda que além da pauta entregue ao Governo Federal, “fica uma lição de cidadania e organização para enfrentar os desafios impostos aos trabalhadores e trabalhadoras de todo Brasil”.
A atriz Letícia Sabatela, que também é ligada à luta dos movimentos sociais e organizações não governamentais deixou seu recado às margaridas. “Se hoje podemos protestar por desenvolvimento sustentável, terra, renda e água é porque muitas mulheres foram caladas ao longo do tempo”, a atriz ainda complementou: “Este é um sonho sonhado por muitas mulheres que vieram antes de nós”, complementou.
Uma representante de cada região falou em nome das mulheres de cada estado. Em seguida a secretaria de Mulheres da Contag, Carmen Foro, disse que aqui em Brasília não tinha cem mil mulheres não, “aqui tem milhões de mulheres, porque nós trouxemos e representamos os sonhos e desejos de todas aquelas que não puderam vir”, considerou. A dirigente da Contag disse que as Maragaridas vêm a Brasília em um momento muito democrático. “Viemos para reivindicar porque somos ousadas e corajosas e temos o cuidado de tratar de uma pauta que não é específica do campo, é de todas as trabalhadoras do País”, disse.
Carmen Foro terminou seu discurso dizendo que as mulheres reivindicam e denunciam condições dignas de vida no campo. “O desenvolvimento que nós queremos é sustentável e igualitário entre homens e mulheres”, concluiu.
Representantes de entidades parceiras também fizeram uso da palavra, além de parlamentares que apoiam a luta das mulheres e que têm ligação com a agricultura familiar. Em seguida, as milhares de trabalhadoras seguiram para o Parque da Cidade onde vão receber a resposta da pauta de reivindicações pela presidenta da república, Dilma Rousseff.
Fonte: Agência Contag de Notícias - Suzana CamposElas tomaram conta de todo o espaço gramado em frente ao Congresso Nacional para reivindicar melhores condições de vida para o campo e cidade. Em sua saudação o presidente da Contag, Alberto Broch deu boas vindas à todas as mulheres e organizações parceiras da Marcha das Margaridas e comparou a mobilização ao processo de redemocratização do Brasil. “Só nas diretas vimos tanta gente nas ruas de Brasília”, lembrou. Broch disse ainda que além da pauta entregue ao Governo Federal, “fica uma lição de cidadania e organização para enfrentar os desafios impostos aos trabalhadores e trabalhadoras de todo Brasil”.
A atriz Letícia Sabatela, que também é ligada à luta dos movimentos sociais e organizações não governamentais deixou seu recado às margaridas. “Se hoje podemos protestar por desenvolvimento sustentável, terra, renda e água é porque muitas mulheres foram caladas ao longo do tempo”, a atriz ainda complementou: “Este é um sonho sonhado por muitas mulheres que vieram antes de nós”, complementou.
Uma representante de cada região falou em nome das mulheres de cada estado. Em seguida a secretaria de Mulheres da Contag, Carmen Foro, disse que aqui em Brasília não tinha cem mil mulheres não, “aqui tem milhões de mulheres, porque nós trouxemos e representamos os sonhos e desejos de todas aquelas que não puderam vir”, considerou. A dirigente da Contag disse que as Maragaridas vêm a Brasília em um momento muito democrático. “Viemos para reivindicar porque somos ousadas e corajosas e temos o cuidado de tratar de uma pauta que não é específica do campo, é de todas as trabalhadoras do País”, disse.
Carmen Foro terminou seu discurso dizendo que as mulheres reivindicam e denunciam condições dignas de vida no campo. “O desenvolvimento que nós queremos é sustentável e igualitário entre homens e mulheres”, concluiu.
Representantes de entidades parceiras também fizeram uso da palavra, além de parlamentares que apoiam a luta das mulheres e que têm ligação com a agricultura familiar. Em seguida, as milhares de trabalhadoras seguiram para o Parque da Cidade onde vão receber a resposta da pauta de reivindicações pela presidenta da república, Dilma Rousseff.
MARGARETH MENEZES ANIMA MARGARIDAS NA VÉSPERA DA MARCHA
16/08/2011
Com repertório quase todo inspirado na vida rural, Margareth Menezes colocou as Margaridas para dançar e cantar na noite de véspera da Marcha. O Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade de Brasília balançou ao som da cantora baiana.
O show começou com Maria, Maria, de Milton Nascimento. Nesse momento, Margareth entrou no palco de mãos dadas com Carmen Foro, a coordenadora nacional da Marcha. O público vibrou, se emocionou e cantou junto: “Mas é preciso ter força, é preciso ter raça, é preciso ter gana, sempre!”.
Entre uma música e outra, Margareth Menezes disse palavras de incentivo à luta das trabalhadoras rurais por melhores condições de vida, contra a violência e pela igualdade de gênero.
Como não podia deixar de ser, a canção-lema da Marcha ganhou a voz forte da baiana e as mulheres engrossaram o coro: “Olha Brasília está florida, estão chegando as decididas. Olha Brasília está florida, é o querer, é o querer das Margaridas”.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Marcha das Margaridas
4ª EDIÇÃO DA MARCHA DAS MARGARIDAS É ABERTA EM BRASÍLIA
17/08/2011 |
A abertura da 4ª Marcha das Margaridas ocorreu ontem (16) no Parque da Cidade, transformado em Cidade das Margaridas, em Brasília. Delegações de todo o País tomaram conta do pavilhão central, numa mistura de cores e sotaques diversos. Ministros de Estado, parlamentares, representantes dos movimentos sociais, das centrais sindicais, da Contag integraram a mesa. Atrás, as 27 coordenadoras de mulheres também estavam no palco principal. O presidente da Contag, Alberto Broch, defendeu a reforma agrária, o acesso à terra e um modelo de agricultura familiar. “Fortalecer a agricultura familiar é dinamizar a economia do interior”, disse. Sobre a resposta da presidenta Dilma Roussef à pauta da Marcha, Broch espera o anúncio de medidas fortes. Iriny Lopes, ministra da Secretaria Especial de Mulheres da Presidência da República, Afonso Florence, ministro do MDA e Luiza Helena de Bairros, ministra da Igualdade Racial estiveram presentes, além do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz. A secretária nacional de mulheres da Contag, Carmen Foro, começou sua fala numa referência a Leonardo Boff sobre a águia e a galinha – disse que, desde a 1ª Marcha, descobriu que as mulheres podem ser águias. Ela contou que a construção da marcha acontece há mais de um ano, e que foram muitos pastéis, panos, rifas e festas que possibilitaram a presença de plataforma política que diz respeito ao desenvolvimento sustentável do Brasil, que só pode ser alavancado com Justiça, autonomia, igualdade e liberdade. Carmen acredita que o diálogo com a presidente Dilma vai render frutos históricos, capazes de transformar a vida. E que a expectativa é de construção de agenda longa, com políticas públicas que propiciem um salto de qualidade. O anúncio do nome do teólogo e pensador Leonardo Boff rendeu muitos aplausos. E seu discurso não decepcionou. Disse que a Marcha revela mulheres protagonistas de sua história. E que essas mulheres eram antes invisíveis, mas nunca ausentes, apenas à margem, cuidando dos filhos, do marido, da casa. Boff falou da importância de o Brasil ser hoje governando por uma mulher. Ele acredita que as mulheres podem ter um cuidado maior, um olhar generoso com a política brasileira. Isso porque, além de serem mais da metade da população do Brasil e da humanidade, são mães e irmãs da outra metade. Terminou sua fala agradecido, afirmando que a vida se deve as mulheres. Elisabeth Teixeira Os cabelos grisalhos e a aparência franzina de Elisabeth Teixeira, 86 anos, enganam à primeira vista. Mas quando se aproxima do microfone e conta sua trajetória de vida, ela se agiganta. Viúva de João Pedro Teixeira, fundador e líder da Liga Camponesa de Sapé, morto em 2 de abril de 1962 num confronto sobre terra, a homenageada Elisabeth se viu com 11 filhos pequenos e o legado do marido. Na pequena Sapé, na Paraíba, ela deu continuidade à luta da liga camponesa, sendo presa inúmeras vezes pela polícia, ocasião dessas em que teve dois filhos pequenos assassinados e em que a filha mais velha cometeu suicídio. Com o golpe militar em 64, virou prisioneira do Exército durante oito meses. Sabendo que seria presa novamente pela polícia quando recebeu a liberdade dos militares, Elisabeth fugiu com um amigo para São Rafael, no Rio Grande do Norte, onde viveu por 20 anos, até o fim da ditadura, tornando-se professora alfabetizadora, apesar de ter estudado apenas até a 4ª série. Ela falou da dor de ter deixado os filhos para trás. Foi justamente o filho mais velho, Abrahão, quem buscou a mãe depois da anistia – ele havia recebido uma bolsa de estudos como reparação do governo brasileiro. Outro filho, Isaac, recebeu convite de Fidel Castro para estudar em Havana, Cuba, onde formou-se médico – atualmente, trabalha em Fortaleza. Finalmente, Elisabeth lembrou da amiga, Margarida Alves, destacando sua importância. As repentistas da Paraíba e as meninas de sinhá do aglomerado do Alto Vera Cruz, de Belo Horizonte, animaram e emocionaram a plateia e a mesa. As meninas de sinhá, grupo de senhoras, cantou de forma singular o Hino Nacional Brasileiro, acompanhado por todos. A delegação gaúcha, com cerca de 500 mulheres, esteve animada e atenta. Conforme a coordenadora de mulheres da Fetag-RS, Inque Schneider, elas serão presença forte na Marcha desta quarta. Todas estarão usando camisetas lilases com uma margarida no lado esquerdo do peito, chapéus de palha identificando as 23 regionais da Fetag, além de bandeiras e faixas alusivas aos sete eixos da 4ª Marcha das Margaridas. Além de Inque Schneider, o presidente Elton Weber, o tesoureiro-geral Sérgio de Miranda e a ex-coordenadora de mulheres, Lérida Pavanelo, acompanham a Marcha – Lérida foi mestre de cerimônias na abertura do evento. |
| Fonte: Comunicação da Fetag-RS |
ARTISTAS LANÇAM CD CANTO DAS MARGARIDAS
17/08/2011
No final da tarde da terça-feira, 16, primeiro dia da Marcha das Margaridas, a Contag, organizadora do evento, lançou o CD ‘Canto das Margaridas’. O disco tem 21 faixas com músicas compostas por trabalhadora rurais de todo Brasil. Nelas, as compositoras falam da vida e do dia-a-dia de uma camponesa.
O CD foi gravado durante o Grito da Terra Brasil 2011, manifestação também organizada pela Contag. O compilado de músicas foi vendido à R$ 10,00 pelas próprias artistas. Cada uma recebeu 10 CDs, que foram vendidos após o lançamento.
Idealizado pela secretaria de Mulheres da Contag, “o ‘Canto das Margaridas’ não trazem apenas músicas, mas também registros da batalha diária de mulheres de todas as raças, credos e crenças, que usam a voz em prol do mesmo ideal: a riqueza da nação”, diz a apresentação do CD.
Fonte: Agência Contag de Notícias – João Paulo BiageO CD foi gravado durante o Grito da Terra Brasil 2011, manifestação também organizada pela Contag. O compilado de músicas foi vendido à R$ 10,00 pelas próprias artistas. Cada uma recebeu 10 CDs, que foram vendidos após o lançamento.
Idealizado pela secretaria de Mulheres da Contag, “o ‘Canto das Margaridas’ não trazem apenas músicas, mas também registros da batalha diária de mulheres de todas as raças, credos e crenças, que usam a voz em prol do mesmo ideal: a riqueza da nação”, diz a apresentação do CD.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Toma Posse o novo delegado do MDA no RN
Tomou posse neste dia 11/08 às 16:00 o novo delegado estadual do MDA Raimundo da Costa Sobrinho. A solenidade foi realizada no Hotel Monza e contou com a participação de representantes do poder público municipal, estadual, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco do Nordeste, EMATER, Representantes políticos, diversas entidades e convidados. A FETARN marcou presença com os seus dirigentes e assessores.
Rumo à Marcha das Margaridas 2011
A FETARN através de sua diretoria e assessoria vem demandando todos os esforços na reta final da construção da MARCHA DAS MARGARIDAS 2011 que ocorrerá em Brasilia daqui a 05 dias.
"São os últimos detalhes que fazem com que todos fiquem agitados em busca da melhor condução dos trabalhos" diz Antônia Lúcia Flávia - Assessora das Mulheres da FETARN. Além do mais de última hora aparecem mais pessoas que querem participar da comitiva. A confecção de material ficou a cargo do assessor Paulo José que passou o dia na serigrafia em busca das últimas bolsas, das últimas camisas e dos echarpes para que as mulheres potiguares façam uma grande marcha por Brasilia. Os assessores e diretores da FETARN passaram o dia revendo a lista de passageiros, os ônibus e os intinenários para que ninguém fique para traz.
"Sem o esforço conjunto tanto dos dirigentes e assessores da FETARN bem como da Comissão Estadual de Mulheres, dos STTR´s e dos Parceiros, nada disso seria possível" finaliza a companheira Antonia Lucia Flávia.
Sessão solene na Câmara Legislativa do DF homenageia a Marcha
O lema da Marcha este ano é: “2011 razões para marchar por desenvolvimento sustentável com justiça, autonomia, igualdade e liberdade”. Os objetivos: contribuir para a organização, mobilização e formação das mulheres trabalhadoras rurais; atuar para que as mulheres do campo e da floresta sejam protagonistas de um novo processo de desenvolvimento rural voltado para a sustentabilidade da vida humana e do meio ambiente; dar visibilidade e reconhecimento à contribuição econômica, política e social das mulheres no processo de desenvolvimento rural; propor e negociar políticas públicas para as mulheres do campo e da floresta; além de denunciar e protestar contra a fome, a pobreza e avançar na construção da igualdade para as mulheres. Por que Margaridas? A Marcha tem esse nome para homenagear a trabalhadora rural e líder sindical Margarida Maria Alves, símbolo da luta das mulheres por terra, trabalho, igualdade, justiça e dignidade. Ela rompeu com padrões tradicionais de gênero ao ocupar por 12 anos a presidência do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Alagoa Grande, na Paraíba. À frente do sindicato, fundou o Centro de Educação e Cultura do Trabalhador Rural. A trajetória sindical de Margarida Maria Alves foi marcada pela luta contra a exploração, pelos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, contra o analfabetismo e pela reforma agrária. Ela foi brutalmente assassinada pelos usineiros da Paraíba em 12 de agosto de 1983. | |
| Fonte: Assessoria de Imprensa da Marcha das Margaridas 2011 |
sábado, 6 de agosto de 2011
Vice-presidente da FETARN realiza intercâmbio sobre a Cadeia Produtiva do Mel com produtores da Serra de Santana
O Secretário de Política Agrícola e vice-presidente da FETARN, Francisco José da Silva, realizou, nesta quinta-feira (04), um dia de discussão sobre a cadeia produtiva do mel com produtores da Serra da Santana. Na ocasião foi discutida a importância dessa atividade como fonte de renda e agregação de valores para os agricultores familiares.
De início, foi realizada uma visita à unidade de processamento do mel, anexo ao Assentamento Santa Clara, Vila A, onde foi feita uma exposição pelo presidente da Associação Cerrocoraense de Apicultores, Everaldo Pereira, pelo próprio Francisco José, entre outros beneficiados. Em seguida, o grupo, de aproximadamente 45 pessoas, foi a campo conhecer os apiários da propriedade do senhor José Luiz, no município de Lagoa Nova, onde foi feita uma demonstração do manejo da atividade. Logo após, foi a vez de conhecer mais uma unidade de processamento de mel na cidade de currais novos, seguida de uma nova demonstração e discussão sobre a comercialização do produto no mercado.
Na unidade de processamento do Sítio Novo, em Cerro Corá, onde a atividade é feita de forma associativa, a comercialização vem sendo feita juntamente a CONAB, além da distribuição simultânea nos comércios locais. Esta unidade conta com um grupo de 20 apicultores, e com uma produção de aproximadas 8 toneladas de mel por ano, tem recebido apoio de projetos comunitários importantes, a exemplo do programa Desenvolvimento Solidário, além de um novo projeto já aprovado no valor de R$ 170 mil reais do programa Campo Mais Forte. O presidente frisou que tem tido apoios importantes, como do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Cerro Corá, da FETARN, através do senhor Francisco José, o Chiquinho, bem como da EMATER e Secretaria Municipal de Agricultura.
Ao final do intercâmbio, foi realizada uma reunião em que o senhor Francisco José demonstrou aos presentes a importância da união de todos os produtores com o objetivo de trabalhar a questão da organização comercial dos produtos, e citou como exemplo a Cooperativa da Agricultura Familiar do Seridó. Em fase de andamento, a associação pretende agregar todos os produtores das diversas culturas existentes na região, a exemplo da fruticultura, da mandiocultura, leite, mel, hortifrutigranjeiros, avicultura, além de produtos produzidos de forma artesanal. O mesmo informou que realizará novos intercâmbios para visitar projetos com experiências exitosas em outros municípios do Rio Grande do Norte, a exemplo de Vera Cruz, João Câmara, Apodi, Serra do Mel e outras regiões do estado, trabalho este que poderá se expandir por outras localidades do país.
Após as explanações, Chiquinho apresentou outro projeto de horticultura em Lagoa Nova, uma experiência exitosa nessa atividade da agricultura familiar do citado município.
Após as explanações, Chiquinho apresentou outro projeto de horticultura em Lagoa Nova, uma experiência exitosa nessa atividade da agricultura familiar do citado município.
A movimentação desta quinta-feira contou também com a representação da Prefeitura de Lagoa Nova, através do já citado José Luiz, Secretário de Meio Ambiente, do STR de cerro corá, da vice- presidente do Fórum de Articulação da Serra de Santana, Gorett Garcia, do professor José de Arimatéia, também apicultor, e tantos outros agricultores, além da cobertura da Rádio Liberdade FM.
Este tem sido o desempenho do senhor Francisco José a frente da Secretaria de Política Agrícola da FETARN. Não bastasse a grande luta pela implantação da Central de Comercialização dos Produtos da Agricultura Familiar do RN, que já está instalada nas imediações da SEASA e CONAB, na capital do estado.
Este tem sido o desempenho do senhor Francisco José a frente da Secretaria de Política Agrícola da FETARN. Não bastasse a grande luta pela implantação da Central de Comercialização dos Produtos da Agricultura Familiar do RN, que já está instalada nas imediações da SEASA e CONAB, na capital do estado.
Postado Por: Paulo José - Assessoria da FETARN
Texto Original: http://gracasantoslocutora.blogspot.com/2011/08/vice-presidente-da-fetarn-realiza.html
Encontro debate preparativos da III Conferência dos Direitos da Pessoa Idosa
O primeiro painel do encontro do Coletivo Nacional da Terceira Idade tratou da III Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa e de outros temas trabalhados pelo Conselho Nacional dos Direitos do Idoso (CNDI). O diretor do Departamento de Promoção dos Direitos Humanos e vice-presidente do CNDI, Vilson Augusto, reafirmou o compromisso da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) com o movimento sindical do campo. “É papel do movimento sindical empurrar a gente pra frente”, reforça. Vilson destacou a questão do cuidador do idoso(a), principalmente, no que se refere à capacitação. No caso do cuidador que é um membro da família, essa pessoa deve ter conhecimentos básicos e, por isso, precisa passar por uma qualificação. Já para o cuidador profissional, o diretor informou que está sendo exigido que o mesmo seja ligado à área de enfermagem. “Também temos que aprofundar o debate sobre as instituições de longa permanência (asilos). O atendimento de boa qualidade é muito caro, ainda não está acessível para a grande maioria”, explica. Já o coordenador-geral dos Direitos do Idoso da SDH, Jéferson de Oliveira Pais Carvalho, e a especialista no CNDI, Maria da Conceição Diniz, fizeram uma exposição sobre a programação, mobilização e expectativas da III Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, a ser realizada de 23 a 25 de novembro desse ano. Jéferson adiantou alguns eixos que serão debatidos no evento, como “pensar políticas públicas mais fortes e que contemplem um olhar mais diferenciado para todos; e o fortalecimento dos conselhos”. Jéferson também reforçou que um dos papéis dos conselhos e da sociedade civil é cobrar do governo. “Para isso, temos que conhecer melhor nossos direitos,” afirmou. Uma das questões mais debatidas durante esse painel foi a reclamação da maioria dos estados quanto à dificuldade das lideranças rurais de conseguir vaga como delegados na Conferência Nacional. Vários membros do coletivo relataram que participaram das etapas estaduais, mas apenas foram eleitas pessoas da cidade. Nesse sentido, o secretário nacional da Terceira Idade da Contag, Natalino Cassaro, reforçou a importância da população idosa rural na conjuntura nacional. “De 21 milhões de pessoas idosas em todo o país, 5,6 milhões estão no meio rural. Somos uma parcela muito grande”, informou. Durante esse painel, foi entregue às lideranças cópias do regimento interno da III Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa. A expectativa do grupo é que o debate seja aprofundado nesses dois dias de encontro. Participam pelo Rio Grande do Norte a Secretária da Terceira Idade Divina Maria e o assessor Paulo José Postado Por: Paulo José - Assessoria da Terceira Idade da FETARN | |
| Fonte: Agência Contag de Notícias - Verônica Tozzi |
Governo lança Brasil Sem Miséria no Nordeste para atacar pobreza extrema
Governadores e prefeitos da região firmam compromisso com o Plano de Superação da Extrema Pobreza. Acesso à água na área rural do Semiárido, distribuição de sementes e assistência técnica a produtores rurais pobres, e instalação de unidades básicas de saúde estão entre as diversas iniciativas celebradas
Brasília, 25 - O Brasil Sem Miséria chega com força ao Nordeste. De uma só vez, a presidenta Dilma Rousseff anuncia, nesta segunda-feira (25) em Arapiraca (AL), o começo de uma série de ações que visam a retirar 9,6 milhões de nordestinos da extrema pobreza. De cada dez pessoas extremamente pobres do Brasil, seis estão no Nordeste.
O compromisso da presidenta Dilma de acabar com a miséria será reforçado pela adesão dos estados nordestinos. Os governadores de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe assinam, no evento, Termo de Compromisso para a implementação do Brasil Sem Miséria no Nordeste. “Não descansaremos enquanto não conseguirmos fazer com que o povo do Nordeste, a população mais sofrida do Nordeste, tenha uma perspectiva, um horizonte de oportunidade e possa de fato sair da situação ainda de miséria em que se encontra. Isso vale para todo o Brasil, mas vale sobretudo aqui para o Nordeste”, afirmou a presidenta.
A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, destacou a importância desta iniciativa. “Estamos lançando importantes ações do Governo Federal no Nordeste e nos reunindo com os nove governadores da região para organizar a forma de trabalhar juntos para superar a extrema pobreza. Aqui, nós temos 60% dos 16 milhões de brasileiros extremamente pobres, por isso, é nossa prioridade enfrentar esta situação”.
Por outro lado, a ministra reconhece os avanços já conseguidos pelo Governo Federal. “O Nordeste é uma das regiões que mais cresce, de forma sustentável, onde se gera mais emprego e onde mais se reduz as desigualdades. O Brasil Sem Miséria, agora com a ajuda também da iniciativa privada, vai conseguir atuar, ajudando essa população extremamente pobre a se encontrar com o Nordeste que se desenvolve e que cresce.“
Nesta primeira etapa, as ações visam garantir o acesso à água na zona rural do semiárido, aumentar a produção da agricultura familiar, por meio da distribuição de sementes, assistência técnica e de acordos para a compra de produtos do campo pelo governo e por redes de supermercados, além de ampliar a oferta de serviços de saúde
A área rural é uma das prioridades do Brasil Sem Miséria. No campo, estão 47% dos 16,2 milhões de brasileiros extremamente pobres. O Nordeste concentra 66,5% da população rural brasileira em situação de extrema pobreza com mais de cinco milhões de agricultores.
Compras públicas e privadas garantem renda para agricultores pobres
Numa parceria inédita do governo com a iniciativa privada, os supermercados passarão a comprar a produção de agricultores familiares extremamente pobres. As primeiras aquisições serão de farinha de Alagoas, laranja de Sergipe e de geleias e doces produzidos na Bahia. A iniciativa é fruto do acordo assinado com a Associação Brasileira dos Supermercados (Abras) no lançamento do Brasil Sem Miséria, no último dia 2 de junho. Já o governo federal, além desses produtos, também vai adquirir leite produzido por 5,6 mil agricultores familiares de Alagoas por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A compra da produção é uma das estratégias do Brasil Sem Miséria para elevar a renda dos agricultores extremamente pobres do Nordeste.
O gerente de negócios da Cooperativa Agropecuária de Campo Grande de Arapiraca, Eloísio Junior, festeja a comercialização da farinha de mandioca produzida pelos 200 agricultores. “O contrato é de 12 meses, com 12 toneladas por semana. É trabalho garantido, mercado garantido e pagamento e remuneração justa, porque temos a garantia do governo de pagar no mínimo R$ 0,88 pelo quilo de farinha. Com essa articulação do Plano Brasil Sem Miséria, o MDS abriu portas pra gente entrar com nossos produtos nos supermercados, as mudanças começaram”, ressaltou.
Sementes e assistência técnica para milhares de famílias da região Nordeste
Em Arapiraca, o governo lança a segunda etapa para a contratação de técnicos rurais. As duas primeiras chamadas de assistência técnica e extensão rural vão atender 25 mil famílias de agricultores extremamente pobres do Nordeste, em 255 municípios, com investimentos iniciais de R$ 29,4 milhões. Além de orientação técnica, essas famílias receberão sementes produzidas pela Embrapa. Até o fim de 2012, serão atendidas 115 mil famílias com a distribuição de sementes de milho, feijão e hortaliças. As iniciativas visam ampliar a capacidade de produção das famílias de agricultores extremamente pobres.
Água para Todos inicia construção de 367 mil cisternas em 2011
Também em Arapiraca, a presidenta Dilma lança o programa Água para Todos que integra o Brasil Sem Miséria. A ação vai levar água às famílias extremamente pobres que vivem em áreas rurais no semiárido. Com investimentos que somam R$ 756 milhões, o governo federal inicia esse ano a construção de 367 mil cisternas, das quais 140 mil já estão contratadas. O número é quase metade da meta do Brasil Sem Miséria de construir 750 mil cisternas para consumo humano até 2012. Outras 600 mil famílias terão cisternas para produção de alimentos e criação de animais até o fim do governo.
Brasil Sem Miséria garante serviços de saúde à população extremamente pobre
O governo federal está ampliando e melhorando a assistência à população nordestina por meio de serviços básicos de saúde. Dentro do programa Brasil Sem Miséria será priorizada a construção de 638 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) em 446 municípios. Também serão ofertadas quase dois milhões de consultas oftalmológicas e mais de 800 mil óculos para estudantes. Outra medida é a instalação de 45 centros de especialidades odontológicas e 91 unidades móveis odontológicas, que vão garantir o fornecimento de 476 mil próteses dentárias. Os investimentos somam cerca de R$ 700 milhões.
Ascom/MDS
(61)
www.mds.gov.br/saladeimprensa
Postado Por: Paulo José - Assessoria da FETARN
CONTAG REÚNE DIRIGENTES NO SEGUNDO CONSELHO DELIBERATIVO DO ANO
Movimento sindical do campo avalia a jornada, projeta ações e enfrenta desafios depois dos coletivos de Formação e Organização Social, Assalariados Rurais e Terceira Idade Com a participação das 27 Federações, a segunda reunião do Conselho Deliberativo da Contag iniciou hoje (27), em Brasília, com a proposta de conduzir debates para traçar melhores caminhos para a luta dos trabalhadores e trabalhadoras rurais. O presidente da Contag. Alberto Broch coordena a reunião que prevê avaliação do Grito da Terra 2011, discussão sobre a 3a. Plenária Nacional da Contag, entre outros pontos. Após a leitura do edital de convocação da reunião do conselho, o plenário aprovou com maioria do votos e apenas uma abstenção a pauta da ultima reunião do conselho, que teve apreciação antecipada das Fetags. Em sua fala inicial o presidente Alberto Broch, discorreu aos presentes um pouco sobre a conjuntura internacional e nacional. O presidente falou da crise que assola os países europeus e da possível moratória a ser decretada pelos Estados Unidos. Segundo Broch, os Assalariados (as) rurais são diretamente afetados com a crise internacional. “Não somos uma ilha distante de todas essas informações e consequências”, considerou. O presidente falou também da importância da Marcha das Margaridas, organizada pelas trabalhadoras rurais, e que é uma marca da Contag. Nessa quarta edição será o maior evento de massa da América Latina em 2011. “Vamos colocar todas as nossas energias para cumprir as propostas e realizar uma grande Marcha, que a cada instante é desafiadora”, afirmou. O tema da Marcha tem um espaço de discussão previsto na agenda do Conselho para acontecer amanhã. Iniciando os trabalhos previstos na pauta, Broch fez uma análise política do Grito da Terra 2011. Para Alberto Broch o GTB é a cara da Contag e também é uma manifestação responsável nos últimos 17 anos por cerca de 80% das políticas públicas que hoje atendem o campo brasileiro. A palavra foi repassada ao plenário que no momento faz uma analise conjunta do Grito da Terra Brasil 2011. A FETARN participa com três diretores e o assessor Paulo José Postado por: Paulo José - Assessoria da FETARN |
Sorteio da Marcha das Margaridas 2011
Conselho da CONTAG finaliza suas atividades neste dia 28 de julho com o sorteio da rifa das margaridas
A Secretária de Mulheres da CONTAG Carmem Foro, apresentou o resultado da rifa e logo em seguida foi sorteado uma TV por estado e um carro a nível nacional. Segundo a secretária, "o balanço da rifa foi muito positivo e agradeceu as pessoas que se empenharam para que tudo acontecesse de forma tão organizada e positiva.
O sortudo da TV pelo estado do Rio Grande do Norte foi JOÃO LUIZ DA SILVA de Serra de São Bento com o número 132404.
E a grande ganhadora do automóvel foi CONCEIÇÃO DE MARIA M. DE BARRETO do estado do PIAUÍsob o número 533700.
Parabéns a todos e a todas que fizeram tudo isso acontecer. Agora vamos nos preparar para o grande dia. Pois, faltam apenas 19 dias.
Postado Por: Paulo José - Assessoria da FETARN
A Secretária de Mulheres da CONTAG Carmem Foro, apresentou o resultado da rifa e logo em seguida foi sorteado uma TV por estado e um carro a nível nacional. Segundo a secretária, "o balanço da rifa foi muito positivo e agradeceu as pessoas que se empenharam para que tudo acontecesse de forma tão organizada e positiva.
O sortudo da TV pelo estado do Rio Grande do Norte foi JOÃO LUIZ DA SILVA de Serra de São Bento com o número 132404.
E a grande ganhadora do automóvel foi CONCEIÇÃO DE MARIA M. DE BARRETO do estado do PIAUÍsob o número 533700.
Parabéns a todos e a todas que fizeram tudo isso acontecer. Agora vamos nos preparar para o grande dia. Pois, faltam apenas 19 dias.
Postado Por: Paulo José - Assessoria da FETARN
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Gabarito do Curso Técnico em Zootecnia 2011
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ
UNIDADE ACADÊMICA ESPECIALIZADA EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROCESSO SELETIVO PARA O CURSO TÉCNICO EM ZOOTECNIA 2011 (CONVÊNIO EAJ/FETARN)
Link Para o Resultado:
gabarito_oficial_tec_zootecnia.pdf (objeto application/pdf): "
UNIDADE ACADÊMICA ESPECIALIZADA EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROCESSO SELETIVO PARA O CURSO TÉCNICO EM ZOOTECNIA 2011 (CONVÊNIO EAJ/FETARN)
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gabarito_oficial_tec_zootecnia.pdf (objeto application/pdf): "
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Câmara aprova regulamentação da profissão de vaqueiro
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou nesta quarta-feira, em caráter conclusivo, proposta que regulamenta a profissão de vaqueiro. Pelo texto, considera-se vaqueiro o profissional que trata, faz o manejo e a condução de bovinos, bubalinos, equinos, muares, caprinos e ovinos. A proposta seguirá para o Senado, a menos que seja apresentado recurso para sua análise pelo Plenário da Câmara.
O relator, deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE), recomendou a aprovação do Projeto de Lei 2123/07, dos ex-deputados Edigar Mão Branca e Edson Duarte, na forma do substitutivo acatado anteriormente pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. O substitutivo reúne o conteúdo do PL 2123/07 e o do PL 2437/07, da deputada Ana Arraes (PSB-PE), que trata do mesmo assunto e tramita em conjunto.
O texto aprovado prevê, entre as atribuições do vaqueiro, a alimentação dos animais sob seus cuidados, a realização de ordenha e a preparação de animais para eventos culturais e esportivos.
Ainda segundo a proposta, a contratação dos serviços de vaqueiro é de responsabilidade do administrador do estabelecimento agropecuário. O substitutivo retirou do texto original a obrigatoriedade de contratação sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Por outro lado, o contrato de prestação de serviços preverá obrigatoriamente seguro de vida e de acidentes em favor do vaqueiro.
O texto aprovado prevê, entre as atribuições do vaqueiro, a alimentação dos animais sob seus cuidados, a realização de ordenha e a preparação de animais para eventos culturais e esportivos.
Ainda segundo a proposta, a contratação dos serviços de vaqueiro é de responsabilidade do administrador do estabelecimento agropecuário. O substitutivo retirou do texto original a obrigatoriedade de contratação sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Por outro lado, o contrato de prestação de serviços preverá obrigatoriamente seguro de vida e de acidentes em favor do vaqueiro.
Fonte: TN editado por O Guardião da Serra
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